sábado, 24 de novembro de 2007

Modelo para evangelização

VI – MODELO PARA EVANGELIZAÇÃO. O tema foi apresentado pelo irmão Ivon Pereira da Silva. Lendo Mc 16:15-16, disse que a Missão Neotestamentária foi fundada em 1902 e que desde aquele tempo se vem pregando o Evangelho em nosso meio, mantendo-se um grande amor pelas almas. Todavia, nesses tempos modernos, o amor pelos perdidos tem diminuído, o que requer uma sincera reflexão sobre a questão. Baseando-se em Is 6:1 e segs., destacou que agora é a nossa vez de dizer com Isaías o “eis-me aqui, envia-me a mim” à pergunta de Deus: “a quem enviarei?” e demonstrar o nosso amor pelas almas sem rumo. Se nós somos convertidos e vemos as almas sedentas, é nosso dever ir ao seu encontro. Por outro lado, não podemos ir de qualquer maneira. É importante que tenhamos um modelo para a nossa ação de evangelização. Nesse sentido, apresentou como sugestão uma experiência que está desenvolvendo no rádio, em Cuiabá, onde apresenta músicas e mensagens evangelísticas. Em seu entendimento essa é uma experiência que pode ser aplicada em outros lugares. Para tanto, requer apenas que estejamos dispostos a investir uma parte dos recursos da igreja nesse projeto e, talvez, investir menos em construções. Em sua visão, estamos investindo mais em prédios do que na evangelização dos perdidos. Em sua conclusão disse que estamos deixando de ir atrás dos peixes ao longo do rio, para aguardá-los em nosso ponto de pesca, o nosso templo. O rádio é uma sugestão de modelo. Podemos ter outros, mas devemos ter um, concluiu.

O irmão Roque falou de sua experiência, dizendo que desenvolveu o seu amor pelas almas, indo de casa em casa em companhia de outros irmãos mais experientes, como Isaías, Ivon e Ademar e que tentou fazer o mesmo em Barão de Melgaço, mas sentiu que os jovens que o acompanhavam não estavam preparados. Nesse sentido, entendeu que, primeiro deveria prepará-los para depois ir ao campo com eles.

O irmão Izaias Resplandes apresentou a sua experiência com a divulgação de mensagens pela Internet e por meio dos jornais da região, dizendo que tem tido uma boa acolhida. Em seu entendimento, há muitos modelos e cada um deve utilizar aquele que está de acordo com o seu talento. O irmão Odenil falou da dificuldade para evangelizar no entorno do local e que tem visto bons resultados no trabalho que está sendo realizado por diversos irmãos, em outros locais da cidade. David Decker disse que todos os métodos impessoais como rádio e Internet, por exemplo, são muito úteis, mas é necessário que haja um envolvimento pessoal. Lembrou o método que Jesus deixou: fazer a evangelização em duplas. Finalizou dizendo que já temos um compromisso com o Senhor. Falta apenas que “depressa”, cumpramos os nossos votos.

O irmão Gilson falou de sua experiência. Disse que se converteu em casa, após os irmãos de Campo Grande realizarem diversos cultos ali. Em seu entender, o culto pode dar certo, sendo realizado em qualquer lugar, em casas, nas praças, nos presídios, etc, porque quem faz a obra é o Espírito Santo. Leu Mt 6:19-21, destacou que o tesouro do Senhor Jesus é formado pelas almas. Se colocarmos o nosso empenho em favor delas, seremos bem sucedidos, qualquer que seja a forma de agir.
A irmã Mildre disse que, no seu entendimento, o ideal é que marido e mulher façam o trabalho juntos e, em seguida expôs a sua experiência e o método que utiliza. A irmã Lillian Toledo disse que é importante crermos nos resultados da evangelização. Às vezes saímos para evangelizar por evangelizar, mas não acreditamos que o Espírito Santo vai fazer a obra e que, se houver essa fé nos resultados, com certeza vamos obtê-los. O missionário Isaías falou de outros métodos e concluiu que qualquer um deles pode dar resultado, desde que seja posto em prática. A irmã Rosângela Almeida fez uma síntese das idéias. Destacou que é necessário ter amor pelas ovelhas e ter um conhecimento básico das Escrituras. Disse que há, pelo menos cinco coisas que se precisa dizer ao pecador: 1) o amor de Deus (Jo 3:16), 2) a condição de pecador (Rm 3:23), 3) o sacrifício de Cristo (1 Co 15:3), 4) a necessidade de crer em Jesus (At 16:31) e, 5) o crescimento espiritual (2 Pe 3:18). Por último disse que seria necessário fazer um treinamento por meio de cursos de evangelismo. Ao concluir o tema, ficou decidido que serão realizadas oficinas, visando esse treinamento durante o Retiro de Poxoréu.
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